Linha da Terra
A Bienal de arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes - Linha da Terra nasce do encontro entre a criação artística contemporânea e as Terras de Trás-os-Montes, entendidas não apenas como espaço geográfico, mas como lugar de memória, matéria, pertença, tensão e transformação.
- A terra é chão comum, arquivo vivo, paisagem cultural e espaço de futuro. É a partir destas diferentes dimensões que a Bienal estabelece relações entre as obras, os lugares e as comunidades, abrindo novas possibilidades de leitura e interpretação do território.
- A linha traduz essa ideia de ligação. Une artistas, obras, espaços e públicos; atravessa diferentes geografias e identidades e constrói um percurso comum entre os nove municípios das Terras de Trás-os-Montes.
Reunindo artistas de diferentes geografias, percursos e linguagens, a Bienal cruza as artes plásticas com outras práticas e expressões contemporâneas. Em cada contexto, as obras encontram novas relações com as paisagens, as memórias, os patrimónios e as comunidades.
A Linha da Terra propõe um percurso pela arte contemporânea e afirma a criação artística como forma de conhecimento, reflexão e relação com o mundo.
A linha constrói-se, assim, através da arte: liga criação, território e pessoas e abre espaço a outros olhares, experiências e formas de pensar.